Como estes textos são confusos, e mostram a perturbação de um filho com as unhas sujas de areia, cavando com as próprias garras a terra das lembranças, a fim de encontrar na própria alma o lugar para enterrar sua mãe.
Já que no meio da escavação, desvairada, não só a terra, mas pedregulhos e mesmo torrões vão sendo arremessados sem aviso para os transeuntes.
E sangram as mãos, e baba a boca, face toda suja, olhos arregalados para enxergar melhor em meio a escuridão.
Óbvio que não há mãe que quisesse ver o filho nesse estado.
É assim que peço, neste texto de descanso, quando a respiração se aquieta e suspira, que os anjos defendam mamãe de ler a maior parte destas linhas. Basta que ela saiba a síntese e divise a mensagem por trás das palavras de dor: é que muito a amei.
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